A vencedora

Débora, tenho 33 anos, sou doula e estudante de psicologia. Moro em SP. Casada com o homem da minha vida, mães de duas princesas. Estou há poucas semanas de fazer uma gastroplastia.
deborameister@msn.com





Sobre meu Blog

Depois de mais de 15 anos de engorda-emagrece resolvi dar um basta definitivo. Dentre outras coisas, fiz dieta dos pontos, aplicação de enzimas, tomei fórmula manipulada, remédio de farmácia (Plenty), e segui o método da Meta Real. Com ele emagreci 21 quilos, sendo que depois de meses recuperei o peso eliminado e mais alguns. Estou partindo pra gastroplastia, e sei que com ela virá a mudança de 180 graus que preciso. Estou retomando o blog para, dentre outas coisas, registrar esse processo. Tomei essa decisão depois de ler muito, pesquisar, acompanhar blogs e pessoas que conheci e que fizeram a cirurgia. Sei que não é um mar de rosas, principalmente no pós imediato (1º mês), e terei dificuldades a superar. Conheço na teoria as limitações que a gastro irá me trazer (limitações existem para serem superadas!), e sei também que manter o peso conquistado será por minha conta. Sei que a gastro não faz milagre, ela é uma ferramente poderosa que vai me ajudar a mudar de vida, e comer como uma pessoa normal, sentindo meu estômago satisfeito com pouca quantidade de comida. Também sei que precisarei de vitaminas pelo menos nos 2 primeiros anos, de exames de sangue periódicos, de atenção 100% quando me alimentar. Mas sei que ficarei mais magra, mais feliz e mais saudável com o peso conquistado.

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[Hospedado no UOL BLOG]







Obesidade nem sempre faz mal à saúde, dizem estudos

da BBC

Dois estudos publicados pela revista especializada "Archives of Internal Medicine" afirmam que nem toda obesidade significa problemas de saúde, e que é possível ser obeso e saudável.

Segundo um dos estudos, liderado pelo médico Norbert Stefan, da Universidade de Tubingen, na Alemanha, é possível ser obeso mas não apresentar resistência à insulina nem sinais de arterioesclerose precoce --que sinalizariam problemas cardíacos e risco de diabetes do tipo 2.
No estudo, Stefan e sua equipe analisaram a gordura de 314 pessoas, divididas em quatro grupos: com peso normal, acima do peso (com índice de massa corporal até 29,9), obesos sensíveis à insulina e obesos resistentes à insulina.

Os cientistas mediram a gordura corporal, visceral (em torno do abdome) e subcutânea com exames de ressonância magnética e ainda mediram os níveis de gordura no fígado e nos músculos.

Eles concluíram que, enquanto a gordura abdominal é um forte indicativo de resistência à insulina (um dos sinais de risco da diabetes) nos pacientes de peso normal, ou acima do peso, ela não tem tanta importância para determinar os riscos dos pacientes obesos.

Enquanto os dois grupos de obesos apresentavam semelhantes níveis de gordura abdominal, o grupo resistente à insulina apresentou níveis de gordura muscular e no fígado muito mais altos do que os obesos sensíveis à insulina, que não apresentam maiores riscos de saúde.

Os cientistas concluíram ainda que, entre os obesos sensíveis à insulina, o nível de sensibilidade era equivalente ao dos pacientes com peso normal. Os dois grupos apresentaram também equivalentes espessuras das paredes de suas artérias, afirmando que existe um fenótipo de obesidade benigna.

Stefan afirma que não defende a obesidade, mas sim um exame mais detalhado dos obesos, que avalie a gordura no fígado e nos músculos para identificar os riscos reais.

Anomalias

No outro estudo, a equipe liderada pela médica Rachel Wildman, do Albert Einstein College of Medicine, em Nova York, estudou dados de 5.440 pacientes com fenótipos diferentes para medir até que ponto a gordura é fator determinante de problemas de saúde.

O estudo analisou dados coletados entre 1999 e 2004 de pessoas com peso normal, acima do peso e obesas, com e sem anomalias cardiometabólicas (que incluem pressão alta, nível elevado de triglicerídeos e o chamado "bom colesterol").

Os resultados mostraram que 23,5% dos adultos de peso normal apresentavam anomalias, enquanto 51,3% dos adultos acima do peso e 31,7% dos obesos eram saudáveis "metabolicamente".

Entre os fatores associados aos problemas de saúde dos adultos com peso normal, estavam a idade avançada, baixos níveis de atividade física e maior circunferência da cintura.

Os pacientes obesos e acima do peso que não apresentavam problemas metabólicos tendiam a ser mais jovens, de etnia negra, mas não hispânica, com altos níveis de atividade física e menor circunferência da cintura.

Segundo o estudo, o resultado mostra que há uma proporção considerável de adultos obesos e acima do peso considerados saudáveis, ao mesmo tempo em que uma considerável proporção de adultos de peso normal apresenta problemas de saúde normalmente ligados à obesidade.

A cientista afirma que "são necessários novos estudos sobre mecanismos comportamentais, hormonais, bioquímicos e genéticos que estão por trás dessas diferentes respostas metabólicas ao tamanho do corpo", e poderão, no futuro, ajudar na criação de métodos para identificar pacientes em risco.
Fonte: Folha de SP


Ontem fui à fisioterapeuta da equipe. Ela me passou séries de exercícios respiratórios e circulatórios pra fazer 3 x ao dia, até o dia da cirurgia. São bem chatinhos, mas são eles que vão me ajudar na recuperação e dimunuir ainda mais o risco cirúrgico. Como já falei aqui, meu gastro disse que meu risco cirúrgico é baixo, está do "lado de cá". Esse risco eu correria de qualquer forma, já que tenho que tirar a vesícula. Ontem pela manhã foi a junta médica da Unimed, e hoje liguei pra saber se tinha sido aprovado. OK, cirurgia liberada. Agora é torcer pra achar uma vaga na palestra e que não demore. Assim, quem sabe, consigo antecipar a cirurgia.

Beijo



Postado por: Débora às 14h06

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Brincadeira passada pela Rosi

l- O que você estava fazendo a 10 anos atrás?

Estava com mais ou menos 3 meses de gravidez, esperando meu primeiro grande presente de Deus;



2- Quais as coisas da sua lista pra você fazer hoje?

- Ir ao hospital psiquiátrico pro estágio de psicopatologia;

- Ir à feira;

- Ia ao açougue;

- Ir ao mercado;

- Ler alguns textos pra semana que vem

- Namoraaaaaar.



3- Que petisco você gosta?

Amendoim e castanha de caju, mas raramente como.



4- Coisas que gostaria de fazer se fosse bilionária:

Viajar pelo mundo, ter uma cobertura, estudar em Paris, morar um tempo fora do país para que minhas filhas estudem em outro lugar (da Europa de preferência, ou Canadá), ajudar meus amigos... Tem tanta coisa!!!



5- Lugares onde você já morou:

Porto Alegre (RS), Canoas (RS) e Sampa.

Falando no hospital psiquiátrico, ô lugar que me deprime... Da primeira vez que fui lá, saí chocada, e passei meu fim de semana mal. Conhecemos um menino de 18 anos, caso gravíssimo de esquizofrenia. Me cortou o coração, não consegui fazer uma pergunta sequer. Só fui absorvendo o que meus colegas perguntavam, e o que o menino respondia. Meu professor, que é psiquiatra, percebeu que eu não estava bem, veio conversar comigo antes de irmos embora. Ele é MUITO gente fina, e um cara MUITO humano e competente. Mas ainda assim saí chorando de lá...
Comecei a elaborar melhor a coisa no meio da semana seguinte (o estágio é sempre aos sábados, uma vez no mês). Conforme o tempo vai passando o impacto é menor. Mas ainda me choca ver pessoas tão novas (só peguei casos ao redor dos 20, 20 e poucos anos!!). É triste ver como uma pessoa que estava bem, de uma hora pra outra adoece. O rapaz de hoje estava mais organizado (nome que a gente dá quando a pessoa conversa normalmente, com um discurso/fala coerente), mas ainda assim é duro. Ouvir a história deles, saber que eles têm família, filhos... E que estão lá, internados. Penso na família, no sofrimento que é ter um parente nessas condições. É complicado, porque é difícil não rolar uma certa identificação. Um grupo de colegas conheceu um rapaz que é médico, e que estava lá porque ficou viciado em medicamentos (segundo ele, o fácil acesso é que piorou a situação). O vício desencadeou outros problemas e ele acabou internado. Coisa triste...
Enfim, já foi. Meu sábado tá legal, tenho muita coisa pra fazer ainda...
Beijoca

Postado por: Débora às 14h09

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Olás!! Vim falar mais sobre minha consulta com a psicóloga. Estava bem ansiosa por duas razões. Primeiro, claro, pra falar sobre a cirurgia. Depois, porque eu queria analisar, ver de que forma ela me atenderia (coisas de psicanalista em formação). Nossa AMEI. Conversamos bastante, falei dos meus medos, das minhas expectativas. Primeiro ela perguntou minha história de vida, pra saber desde quando sou obesa (ou gorda, como preferirem. rsrs). Quis saber o que eu já tinha feito pra emagrecer, quanto de sucesso obtive. Depois começamos a conversar, bate papo mesmo sobre o processo todo. Ela me ajudou a contar pra Gabi (minha filha de 9 anos), porque embora eu soubesse que precisava contar, não sabia como. Semana passada estávamos brincando e eu fiquei sem fôlego logo no começo, e ela vira pra mim e diz "Mãe, posso te dizer uma coisa, você não fica triste?" Eu disse "claro, pode falar!". Ela solta, na lata: "Você não consegue brincar porque tá muito gorda. Quer que eu te ajude a fazer uma dieta pra você ficar mais saudável?"
Caramba, foi horrível ouvir aquilo. Embora eu tenha consciência do meu peso, não tinha parado pra pensar que minha filha me vê desse jeito. Isso faz mal pra mim e pra ela também! Que referências físicas ela vai ter de mim? Sim porque eu acredito, como futura psicanalista, que os filhos têm o desejo de seguir os pais em tudo. Sabendo que excesso de peso faz mal, sendo magrinha como ela é e tendo a mãe enorme de gorda, imagino a bagunça que fica na cabecinha dela. Tem o desejo de ser como a mãe, mas não pode ser como ela, gorda!!!!
Enfim, voltando, falei disso com a psicóloga. E ela me ajudou a contar, a explicar pra Gabi o que eu ia fazer. Foi bom, consegui falar com minha filha mais tranquilamente sobre tudo.
Uma parte muito impotante foi quando a psico me perguntou quais eram minhas metas com a cirurgia, o que eu buscava com ela. Respondi que buscava aumentar minha auto-estima, melhorar minha vida sexual (pra me sentir mais à vontade), ter mais saúde pra brincar com minhas filhas, me arrumar melhor, ficar bem comigo mesma. Ela disse "muito bom", e falamos de outras coisas. Na hora de ir embora, ela me disse que estou muito bem preparada psicologicamente pra cirurgia, que o fato de não me ver passando por situações ruins é excelente. Isso porque eu não me vejo passando por nada complicado, mas SEI dos riscos. Não é uma coisa Alice no País das Maravilhas, que não sabe de nada e tá indo aliendada pro troço, só contando com a parte boa. Eu sei de tudo que pode acontecer, mas não me vejo passando por nada disso. Como eu disse pra Beth por email, cheguei num ponto em que as informações que leio não se complementam mais, elas somente aparecem escritas de forma diferente, de tanto que li sobre o assunto de janeiro pra cá.
Ela me disse que se eu quiser posso voltar lá uns dias antes pra fazer um trabalho voltado pro processo cirúrgico em si, pra entender os fantasmas, espantar os medos e ir mais centrada pra mesa de operação. Com certeza vou voltar.
Em casa me dei conta, num processo de auto-análise, de que em nenhum momento foquei no emagrecimento como meta principal. Minhas metas são maiores do que o emagrecimento em si. E isso é um ponto muito positivo. Estou buscando uma coisa maior, estou buscando mais saúde, mais disposição, mais auto-estima. Quero ter orgulho de mim, quero que minhas filhas tenham um referencial melhor... Claro que emagrecer é o máximo, ficar bem e vestir qualquer coisa deve ser maravilhoso!!!! Mas estou buscando além disso.
Enfim, foi ótimo conversar com a psico e ver que estou mesmo preparada.
Com a nutri foi legal também. Peguei o cardápio do primeiro mês, que é bem chatinho. Mas passa rápido, e eu preciso passar por essa fase pra me recuperar bem. Então que venham os caldinhos. Sorte minha que não tenho problema nenhum com sopa, caldos, sucos etc. Aliás gosto bastante.
Depois passei em consulta com o gastro. Tirei minhas dúvidas, falamos de risco cirúrgico, de dreno, fístulas, embolia e etc. Ele disse que o risco gira em torno de 0,5%, e que estou na ponta de cá desse risco. Isso porque minha saúde tá ok, meus exames estão bons e não tenho tanto peso (não como a maioria que busca a cirurgia, claro). Saí com a data como já disse (17/09), faltando agora aguardar pra ver se consigo a palestra pra setembro...
Por hora acho que é isso... Volto depois.
Ah, Elisa, sou eu sim!!!! Como você tá sumida? Saudade de você!!! Tá clinicando?
Beijo



Postado por: Débora às 15h20

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Conheça os riscos da "falsa magreza"

Você já nem se lembra mais qual foi a última vez que se preocupou com a balança. As medidas sempre em dia, com curvas definidas e uma silhueta de dar inveja sempre foram motivo de orgulho. Mas não se engane, recentes estudos comprovam que pessoas que estão dentro do peso considerado normal podem desenvolver doenças características do sobrepeso, como diabetes, colesterol e hipertensão.

"Apesar de não haver estudos científicos claros sobre pacientes com peso normal e metabolicamente obesos, eles têm chances de desenvolver algumas alterações metabólicas encontradas em pessoas obesas, tais como diabetes tipo 2, aumento de colesterol e triglicérides, gota, doenças cardiovasculares, apnéia do sono e artrose", comenta o endocrinologista Walter Minicucci, membro da diretoria da Sociedade Brasileira de Diabetes.

Fatores genéticos somados a uma má alimentação e a uma vida sedentária podem ser os responsáveis pelo acúmulo de gordura em excesso no corpo de pessoas magras. O alerta vem da nutricionista Fernanda Pisciolaro, membro da Associação Brasileira para o Estudo da Obesidade e da Síndrome Metabólica (Abeso). "A genética determina o local onde essa gordura em excesso vai se depositar, mas a quantidade depende do estilo de vida de cada um", ressalta.

Em mulheres, o acúmulo de gordura extra acontece, em sua maioria, nos membros inferiores (culote, bumbum e coxas). Já nos homens, a tendência é que esse aumento predomine na região abdominal. "Na mulher, o excesso de gordura pode significar um número muito elevado de varizes ou de celulites, daquelas que marcam em uma roupa branca", comenta Fernanda.

O aumento de gordura na região do abdome pode ser um catalisador para o aparecimento de diabetes em pessoas magras. "O excesso de gordura abdominal sobrecarrega o pâncreas forçando-o a produzir mais insulina do que uma pessoa magra necessita. Com o tempo, esse esforço extra leva o órgão à exaustão", alerta Minicucci.

Como calcular a quantidade de gordura no corpo
O conhecido Índice de Massa Corporal (IMC) pode não ser de muita utilidade quando é necessário calcular com exatidão a quantidade de gordura que uma pessoa tem no organismo. "O IMC não permite diferenciar o músculo da gordura, ele é só uma estimativa", conta Minicucci.

De acordo com o endocrinologista, pessoas muito musculosas - como atletas, boxeadores e halterofilistas - podem ter um alto IMC, quando, na verdade, apresentam apenas uma musculatura muito desenvolvida. "Eles seriam considerados, erroneamente, 'gordinhos', se fosse avaliado apenas o IMC deles", afirma.

Assim, é fundamental que exames como a bioimpedância e/ou o de pregas cutâneas sejam realizados para se calcular a porcentagem de gordura corporal com maior precisão. "A bioimpedância mede por freqüência elétrica o quanto de gordura existe no corpo. Mas há ainda exames menos usados como a densitometria e a pesagem hidrostática", conta Fernanda.

Apesar de menos certeiro, pode-se ainda ter uma idéia de como anda sua saúde com a medida da circunferência da cintura. "Para as mulheres, valores acima de 80cm já representam riscos para o desenvolvimento de alguma doença cardíaca. No caso dos homens, esse valor sobe para 94cm. Pode-se ainda dividir o valor da circunferência da cintura pela do quadril. Nesse caso, resultados acima de 1, para homens, e 0,8, para mulheres, representam risco", comenta Fabiana.

Dicas para evitar o acúmulo de gordura
Uma alimentação balanceada, rica em verduras, frutas e legumes, associada a exercícios físicos freqüentes pode garantir uma melhor qualidade de vida. "É importante que se evite excessos de gordura, principalmente as animais, encontradas em cremes, embutidos e carnes gordas", orienta Minicucci.

"Fazer refeições regulares, numa média de cinco a seis por dia, e beber muito líquido também auxiliam na manutenção da baixa taxa de gordura localizada", complementa Fernanda.

Exercícios físicos rotineiros também são de fundamental importância. Segundo Minicucci, o ideal é que eles mesclem o aeróbico, a exemplo de caminhadas e bicicleta, e os de resistência, como os aparelhos de musculação de academias.

Fonte: Portal Terra Vida Saudável


Pois é... Como eu já falei antes, a gastro vai ser uma ferramenta, não a salvação. Estar com peso dentro da normalidade não é suficiente. Por isso uma das minhas metas é entrar na academia, assim que o médico liberar. Quero "salvar" com musculação braços e pernas, pra não ter que recorrer à plástica, porque a barriga não vai ter jeito. Mas quero, PRINCIPALMENTE, viver melhor e com mais saúde, e pra isso não basta emagrecer...

Volto depois contando mais sobre a cirurgia, e minhas consultas de ontem (aliás com uma data provável pro procedimento).

Beijo

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Texto imagens para Orkut de www.Caption.iT





Postado por: Débora às 13h24

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"Você pode ir na janela", do GRAM. Adoro a letra e a melodia. O clipe é muito bonito.
Por coincidência, o baterista é meu vizinho...

Postado por: Débora às 14h00

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Música do filme "Antes de Partir"






Postado por: Débora às 12h53

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Olás... Minhas aulas começaram, e fui sem muito ânimo ontem. Mas como sempre me diverti DEMAIS com minhas amigas. Como isso faz falta!!!!

Esse fim de semana assisti "Antes de Partir" .

Recomendo. Um filme muito lindo, com dois monstros do cinema. História comovente, que faz a gente reavaliar muita coisa. Gostei demais. A música também é linda.
Ontem assisti a um programa muito legal, na GNT: Você é o que você come. Já acompanho há um bom tempo, adoro!! Um casal viciado em cachorro-quente, lanches e sandubas. A nutricionista resolve mostrar pra eles como são feitas as salsichas. Meu pai do céu, eu já não era muito fã de salsicha, depois daquilo, NUNCA MAIS boto esse troço na boca. A Gabriella, que assiste comigo toda semana o programa, vira pra mim e diz "mãe, joga no lixo aquela salsicha que tem no freezer. Não como isso nunca mais." Cara que NOJO!!!!! Pra quem não sabe, a salsicha é feita, dentre outras coisas, com "carne mecanicamente separada". Pode procurar no rótulo, tá lá, escrito isso. Agora o que muita gente não sabe, é o que isso significa exatamente. Pois bem, essa tal carne mecanicamente separada é tudo aquilo que fica grudado na carcaça do frango/boi. Então, na salsicha, segundo a nutricionista do programa, temos uma mistura deliciosa de veias, coágulos de sangue, cartilagem e gordura. Ler pode até ser mais light, mas ver a coisa é dose. E ela mostrou, pegou na mão o troço e colocou dentro de um pão, pra mostrar o que na verdade eles estavam consumindo. Bom, pra terem uma idéia, até meu marido, que não liga pra nada dessas coisas de alimentação mais saudável ficou passado. Ele perguntou se tem diferença na de boi ou frango, e quando eu disse que não, ele vira pra mim e pergunta: "Amor, existe salsicha de soja?" ahehehahahaha Nunca ouvi falar, mas se tiver vou descobrir. Aqui em casa não entra mais esse troço nojento. Credo.

Outra coisa que me disseram que não é nada do que aparenta é nuget. Minhas filhas gostam, eu não sou chegada em frango e como raramente. Ainda não descobri como é feito, se alguém souber e quiser dividir, por favor...

Sobre a gastro: uma coisa que me deixava meio chateada era ter que fazer a cirurgia aberta. Isso tava me incomodando mesmo. Não só pela questão da cicatriz (numa barriga cheia de estrias e flacidez como a minha, tinha graça me importar com isso. Mas o fato é que me incomoda sim), mas também pela questão da recuperação. É mais longa, são 15 dias afastada, usando cinta por 3 meses... Eis que descobri que a Unimed está autorizando por vídeo!!!!! Até um mês atrás, mais ou menos, não estava, mesmo com a nova norma da ANS em vigor. Segundo o gastro, basta fazer o pedido da cirurgia especificando que é por vídeo, e pronto. Claro que a liberação demora mais que na aberta, mas sai. Pra aberta demoram 2 dias pra liberar, e a por vídeo, 4 dias. Já soube de 3 pessoas, só ontem, que conseguiram por vídeo. Meu marido disse que as portas se abrem quando é o momento certo. Uma coisa que me incomodava não preocupa mais. Dia 4 tenho consulta com a equipe e com ele, pra marcar. Agora só falta a Unimed me ligar pra assistir a tal palestra... Vamos ver quando vai ser isso.


Brincadeirinha passada pela Rosi. Como não tenho muitos blogs linkados, deixo pra quem quiser fazer...

8 coisas pra fazer antes de morrer

1. Conhecer Paris;

2. Ver a neve;

3. Conhecer meus netos e fazer muuuito bolinho de chuva no sítio (quando tivermos um) pra eles;

4. Usar um biquini;

5. Plantar várias árvores;

6. Morar fora de São Paulo (Vargem Grande Paulista está nossos planos, numa casa em condomínio, com quintal GRANDE, hortinha, piscina e ESPAÇO);

7. Fazer um curso de especialização em clínica com bebês, em Paris de preferência;

8. Ter uma lua-de-mel;

Volto depois.

Beijo



Postado por: Débora às 16h59

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Texto imagens para Orkut de www.Caption.iT

Minhas férias estão acabando... Segunda volto pra faculdade, e sinceramente, tava tão bom assim!!!! hehehahahha Esse ano tá dose, professores ruins, matérias com pouco conteúdo. Mas tá acabando, ano que vem começa minha supervisão na área que gosto, e tudo fica mais gostoso.
No mais, sem novidades. Continuo pensando, TODO dia, na escolha que fiz pela gastro. Avalio o que já fiz pra perder peso, meus sucessos e fracassos (que foram maiores que os sucessos, senão não estaria pesando 100 quilos outra vez). Estou ansiosa pra chegar dia 4, conversar com a equipe, mas principalmente com a psicológa. Quero o parecer dela, ouvir o que ela tem pra me dizer. Vai ser bom... Tenho outros links pra acrescentar aí do lado, mas hoje não vai dar. Tô com preguiça e organizando as coisas pra 2ª. Por hora é isso.
Beijo e bom fim de semana

Postado por: Débora às 14h53

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Voltei. Depois de meses sem blogar resolvi retomar. Por hora não tenho muita coisa pra escrever, ainda tô separando algumas coisas que quero postar. O peso da régua é uma estimativa. Infelizmente, o peso de início pode estar por aí mesmo, se ficar na última pesagem no consultório do gastro. O peso final é um chute, não sei qual a meta que a nutri vai estipular. Passei com o perito, que me deu ok para a cirurgia. Aliás, esse é um capítulo a parte. Cheguei lá na sorte, sem marcar horário nem nada. A moça colocou minha ficha junto com as outras e me disse que não sabia que horas seria atendida. Me preparei pro chá de cadeira. Depois de 3 pessoas ele chama por Débora. Entro no consultório e ao confirmar o sobrenome, ele viu que era outra paciente, que estava na sala de espera. Quando eu ia sair, ele me pediu pra sentar, já que estava ali ele ia me examinar. Procurou minha ficha, que estava quase por último!!!!! E disse, enquanto media minha pressão "chega de sofrer, vou salvar você". TInham me dito que ele é meio doido, não imaginei que fosse assim... rsrsrsrsr Sinal verde pra cirurgia.
Minha consulta com a equipe multidisciplinar é dia 4, e vou passar com ela (nutri), psicológa e também com a fisio. Depois disso, no mesmo dia, tenho consulta com o gastro que irá marcar a data da cirurgia. Provavelmente será em meados de setembro.
Beijo

Postado por: Débora às 22h40

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